Fui ali e gostei muito…
O Mindelo, capital da ilha de S. Vicente é uma cidade muito bonita com uma fantástica baía, belas praias, e traços arquitectónicos coloniais muito bem preservados e harmoniosos… nada a ver com a Cidade da Praia… ou melhor, a Cidade da Praia não tem nada a ver com o resto do país…


E Santo Antão ali tão perto e sempre presente, engolindo o Sol a cada final de dia, e convidando amantes das montanhas a longos passeios (que podem levar um dia inteiro) por entre vales que, mesmo depois de 6 ou 7 meses sem chuva, se mantêm com grandes pedaços de um verde bem viçoso que é sem dúvida um bom descanso do castanho que nesta altura do ano domina todas as outras ilhas... um verde alimentado pela humidade que esconde as altas montanhas e nuvens brancas que aparecem e desaparecem como fantasmas…


Ver como se faz o grogue… aguardente de cana esmagada nos trapiches puxados por vacas ou burros… fermentada em fornos alimentados pelos restos das canas… daí se faz também um mel delicioso… e juntando o mel e o grogue, temos o ponche… doce…



Ver chegar o peixe… ver os mercados… aquela simbiose de cores e cheiros…

O Mindelo, capital da ilha de S. Vicente é uma cidade muito bonita com uma fantástica baía, belas praias, e traços arquitectónicos coloniais muito bem preservados e harmoniosos… nada a ver com a Cidade da Praia… ou melhor, a Cidade da Praia não tem nada a ver com o resto do país…



E Santo Antão ali tão perto e sempre presente, engolindo o Sol a cada final de dia, e convidando amantes das montanhas a longos passeios (que podem levar um dia inteiro) por entre vales que, mesmo depois de 6 ou 7 meses sem chuva, se mantêm com grandes pedaços de um verde bem viçoso que é sem dúvida um bom descanso do castanho que nesta altura do ano domina todas as outras ilhas... um verde alimentado pela humidade que esconde as altas montanhas e nuvens brancas que aparecem e desaparecem como fantasmas…


Ver como se faz o grogue… aguardente de cana esmagada nos trapiches puxados por vacas ou burros… fermentada em fornos alimentados pelos restos das canas… daí se faz também um mel delicioso… e juntando o mel e o grogue, temos o ponche… doce…



Ver chegar o peixe… ver os mercados… aquela simbiose de cores e cheiros…

Ouvir as mornas e coladeiras que tão bem ilustram estas paisagens que têm anto de belo como de melancólico… ou então sou eu que absorvo as coisas assim…
A tudo isto voltarei…

5 Comments:
Uau!
Gostei muito da foto das nuvens-fantasma, em S. Antão.
Abraço,
Vítor
S. Antão é talvez a ilha mais bonita para fotografias fantásticas... tenho outras do mesmo tipo... aquele sítio é uma enorme cratera de um antigo vulcão... com um diâmetro enorme... quando lá estive a primeira vez em Agosto percorri-a toda (1 hora a pé)... e depois desci um vale (vale do Paúl) que começa exactamente onde vêm aquelas nuvens... foi mais hora e meia sempre a descer em ziguzague... com uma névoa que ora tapava tudo, ora deixava adivinhar a beleza fantástica da paisagem... descer aquilo de sandálias não foi fácil...mas acho que o teria feito nem que fosse descalço...
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